Iluminação natural e artificial de um ambiente de saúde – estudo de caso: Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24h

  • Daniela Stringhini FACC – Faculdade Concórdia
  • Rodrigo Carlos Fritsch Universidade de Passo Fundo

Resumo

A qualidade de iluminação para ambientes de saúde é uma premissa de bons projetos. É preciso, dessa forma, vincular a boa iluminação às técnicas que sejam baratas, de fácil manutenção e que preconizem ideias de sustentabilidade. Nos ambientes de saúde, ela é indispensável em áreas críticas como salas de cirurgia, urgência e emergência. A boa reprodução de cores e a ausência de sombras são fatores determinantes nos atendimentos e procedimentos ali realizados. Ainda, sabe-se que não há como desvincular a iluminação das cores e estas do bem-estar dos pacientes e demais usuários do edifício. Além desses pré-requisitos, deve-se pensar que, em função da necessidade constante de mudanças no layout interno dos ambientes de saúde, a iluminação será modificada para atender aos usos e às técnicas que serão executadas naquele novo ambiente, mais um desafio e condicionante de projeto. Este trabalho propõe um estudo de caso sobre o projeto desenvolvido para a implantação de uma Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24H na cidade de Concórdia/SC, visando verificar as condições propostas para a iluminação natural e a possibilidade de uso racional de energia elétrica, bem como sugerir e propor estudos de cores para os ambientes de maior permanência.
Palavras-chave: Luz natural e artificial. Saúde. Bem-estar. Cores.

Biografia do Autor

Instituição/Afiliação
Professora. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UPF/Passo Fundo, RS. Especialista em Gestão e Projeto: Arquitetura e Design de Interiores pela Unoesc/Joaçaba, SC.
Instituição/Afiliação
Professor Orientador Mestre, Universidade de Passo Fundo
Publicado
2016-07-19
Como Citar
STRINGHINI, Daniela; FRITSCH, Rodrigo Carlos. Iluminação natural e artificial de um ambiente de saúde – estudo de caso: Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24h. ARQ CIDADE, [S.l.], v. 1, n. 1, p. 49-60, jul. 2016. ISSN 2525-412X. Disponível em: <http://revistas.facc.com.br/index.php/arqcidade/article/view/50>. Acesso em: 17 out. 2019.
Seção
Artigos